sexta-feira, 22 de abril de 2011

Muito bom aprende ... A Páscoa


Muito antes de ser considerada a festa da ressurreição de Cristo, a Páscoa anunciava o fim do inverno e a chegada da primavera. A Páscoa sempre representou a passagem de um tempo de trevas para outro de luzes, isto muito antes de ser considerada uma das principais festas da cristandade. A palavra “páscoa” – do hebreu “peschad”, em grego “paskha” e latim “pache” – significa “passagem”, uma transição anunciada pelo equinócio de primavera (ou vernal), que no hemisfério norte ocorre a 20 ou 21 de março e, no sul, em 22 ou 23 de setembro. 
A Páscoa judaica (em hebraico פסח, ou seja, passagem) é o nome do sacríficio executado em 14 de Nissan segundo o calendário judaico e que precede a Festa dos Pães Ázimos(Chag haMatzot). Geralmente o nome Pessach é associado a esta festa também, que celebra e recorda a libertação do povo de Israel do Egito, conforme narrado no livro de Êxodo.
 A festa cristã da Páscoa tem origem na festa judaica, mas tem um significado diferente. Enquanto para o Judaísmo, Pessach representa a libertação do povo de Israel no Egito, no Cristianismo a Páscoa representa a morte e ressurreição de Jesus (que supostamente aconteceu na Pessach) e de que a Páscoa Judaica é considerada prefiguração, pois em ambos os casos se celebra uma “libertação do povo de Deus”, a sua passagem da escravidão (do Egito/do pecado) para a liberdade.
 De fato, para entender o significado da Páscoa cristã, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar dos antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa.
 Ostera (ou Ostara) é a Deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostera equivale, na mitologia grega, a Persephone. Na mitologia romana, é Ceres.
 Estes antigos povos pagãos comemoravam a chegada da primavera decorando ovos. O próprio costume de decorá-los para dar de presente na Páscoa surgiu na Inglaterra, no século X, durante o reinado de Eduardo I (900-924), o qual tinha o hábito de banhar ovos em ouro e ofertá-los para os seus amigos e aliados.
 Por que o ovo de Páscoa?
 O ovo é um destes símbolos que praticamente explica-se por si mesmo. Ele contém o germe, o fruto da vida, que representa o nascimento, o renascimento, a renovação e a criação cíclica. De um modo simples, podemos dizer que é o símbolo da vida.
 Os celtas, gregos, egípcios, fenícios, chineses e muitas outras civilizações acreditavam que o mundo havia nascido de um ovo. Na maioria das tradições, este “ovo cósmico” aparece depois de um período de caos.
 Na Índia, por exemplo, acredita-se que uma gansa de nome Hamsa (um espírito considerado o “Sopro divino”), chocou o ovo cósmico na superfície de águas primordiais e, daí, dividido em duas partes, o ovo deu origem ao Céu e a Terra – simbolicamente é possível ver o Céu como a parte leve do ovo, a clara, e a Terra como outra mais densa, a gema.
 O mito do ovo cósmico aparece também nas tradições chinesas. Antes do surgimento do mundo, quando tudo ainda era caos, um ovo semelhante ao de galinha se abriu e, de seus elementos pesados, surgiu a Terra (Yin) e, de sua parte leve e pura, nasceu o céu (Yang).
 Para os celtas, o ovo cósmico é assimilado a um ovo de serpente. Para eles, o ovo contém a representação do Universo: a gema representa o globo terrestre, a clara o firmamento e a atmosfera, a casca equivale à esfera celeste e aos astros.
 Na tradição cristã, o ovo aparece como uma renovação periódica da natureza. Trata-se do mito da criação cíclica. Em muitos países europeus, ainda hoje há a crença de que comer ovos no Domingo de Páscoa traz saúde e sorte durante todo o resto do ano. E mais: um ovo posto na sexta-feira santa afasta as doenças.
 Por que o Coelho de Páscoa?
 Coelhos não colocam ovos, isto é fato! A tradição do Coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.
 Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida?
 No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.
 Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas! Assim, os coelhos são vistos como símbolos de renovação e início de uma nova vida. Em união com o mito dos Ovos de Páscoa, o Coelho da Páscoa representa a renovação de uma vida que trará boas novas e novos e melhores dias, segundo as tradições.
 Outros símbolos da Páscoa
 O cordeiro é um dos principais símbolos de Jesus Cristo, já que é considerado como tendo sido um sacrifício em favor do seu rebanho. Segundo o Novo Testamento, Jesus Cristo é “sacrificado” durante a Páscoa (judaica, obviamente). Isso pode ser visto como uma profecia de João Batista, no Evangelho segundo João no capítulo 1, versículo 29: “Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo”.
Paulo de Tarso (na primeira epístola a Coríntio no capítulo 5, versículo 7) diz: “Purificai-vos do velho fermento, para que sejais massa nova, porque sois pães ázimos, porquanto Cristo, nossa Páscoa, foi imolado.
 Jesus, desse modo, é tido pelos cristãos como o Cordeiro de Deus (em latim: Agnus Dei) que supostamente fora imolado para salvação e libertação de todos do pecado. Para isso, Deus teria designado sua morte exatamente no dia da Páscoa judaica para criar o paralelo entre a aliança antiga, no sangue do cordeiro imolado, e a nova aliança, no sangue do próprio Jesus imolado. Assim, a partir daquela data, o Pecado Original tecnicamente deixara de existir.
A Cruz também é tida como um símbolo pascal. Ela mistifica todo o significado da Páscoa, na ressurreição e também no sofrimento de Jesus. No Concílio de Nicea em 325 d.C, Constantino decretou a cruz como símbolo oficial do cristianismo. Então, ela não somente é um símbolo da Páscoa, mas o símbolo primordial da fé católica.
 O pão e o vinho simbolizam a vida eterna, o corpo e o sangue de Jesus, oferecido aos seus discípulos, conforme é dito no capítulo 26 do Evangelho segundo Mateus, nos versículos 26 a 28: “Durante a refeição, Jesus tomou o pão, benzeu-o, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai e comei, isto é meu corpo. Tomou depois o cálice, rendeu graças e deu-lho, dizendo: Bebei dele todos, porque isto é meu sangue, o sangue da Nova Aliança, derramado por muitos homens em remissão dos pecados.
 Por que a Páscoa nunca cai no mesmo dia todos os anos?
 O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Concílio de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária – conhecida como a “lua eclesiástica”).
A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas.
 Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa “móvel”. De fato, a seqüência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.
 No final das contas, a Páscoa é mais um rito de povos antigos, assimilado pela Igreja Cristã de modo a impor sua influência. Substituindo venerações à natureza (como no caso da Lua ou do Equinócio, tipicamente pagãs) por uma outra figura da mitologia, tomando os siginificados do judaísmo, os símbolos celtas e fenícios, remodelando mediante os Evangelhos e dando uma decoração final, criou-se um “ritual colcha de retalhos”.
(



sábado, 9 de abril de 2011

A arte de ser feliz


Para ser feliz, aprenda a rir de si mesmo. Isso vai te tornar uma pessoa mais agradável para os que te cercam e vai te ensinar a ver a vida com menos seriedade.

Rir não é só o melhor remédio, é um tratamento completo. Ria, ria sempre. 

Aprenda que os outros não são responsáveis pelos seus problemas; eles podem até oferecer um ombro, mas cada qual carrega a sua cruz; porém saiba que quem te oferece um ombro é o tesouro mais precioso que você poderia encontrar.

Aprenda também que você não é responsável pelos problemas alheios. Oferecer a mão, o ombro, o sorriso fará de você um bom samaritano e o melhor dos amigos, mas jamais você poderá viver o que não te pertence. Cada um de nós deve viver e conviver com as conseqüências dos próprios atos.

Aprenda que decepções e mágoas fazem parte do caminho, como ervas daninhas. Ninguém está livre delas e de uma maneira geral chegam quando mais precisamos ver e sentir as flores. Porém quando conseguimos vencê-las o campo fica muito mais bonito de se olhar e sentir.

As rosas não são menos belas por possuírem espinhos. Portanto, não exija de si mesmo e nem dos outros a perfeição. Seja apenas o que você é, seja verdadeiro. Os que te amarem além da sua aparência serão aqueles pelos quais sua vida vai valer a pena. 
Seja apenas isso: feliz! Com arte, com cor, com muito bom humor.  As coisas simples são normalmente as que pensamos por último, mas geralmente são a base de uma vida equilibrada.  (By Letícia Thompson)

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A Dança dos Anjos


Uma noite olhei para o céu e vi as estrelas a brilhar. Mas tinham um brilho triste... Nessa altura, surge um anjo vindo de uma constelação. Esse anjo chorava. Perguntei-lhe a razão e ele disse-me que protegia alguém que nem olhava para o céu... Olhei melhor e reparei em milhões de anjos que lá se encontravam. Todos tão lindos... Tão mágicos... Tão misteriosamente frágeis... Todos com cabelos de prata, olhos de safira e asas de cristal... Majestosos, imponentes, mas doces, meigos e carentes. Os seus olhares penetrantes penetraram minha alma, percorreram meu corpo, elevaram a minha mente. Lindos... Eles estavam lindos... Mas sós... Eles estavam tão sós... O que fazer para dar um pouco de felicidade a seres tão especiais, que pareciam ter toda a felicidade existente? Um olhar, um sorriso, um aceno, um obrigado... Só isso?! Perguntei. Sim, é o que é preciso para que os anjos dancem e voltem a viver e brilhar no seu esplendor... Nessa altura sorri, olhei, acenei, agradeci e vi a festa dos anjos nas estrelas... Um baile de magia em tons de prata... Dancei com todos os anjos... 

A partir dessa noite, olho para o céu e procuro os anjos... Anjos... Almas lindas, meigas, suaves e deliciosamente puras... Anjos... Aqueles olhares sorridentes de quem apenas quer um carinho... Anjos... Aqueles que temos no céu e na terra... Anjos... Amigos... Esses seres que estão sempre por perto... Anjos... Belos anjos...

(Autor desconhecido) 




domingo, 27 de fevereiro de 2011

Uma historinha para refletir...



Havia dois sapinhos numa folha.
Um deles resolveu pular para a outra folha.
Quantos sapinhos ficaram?
Os dois, pois ele apenas resolveu!

Havia dois sapinhos numa folha.
Um deles decidiu pular para a outra folha.
Quantos sapinhos ficaram?
Os dois, pois ele apenas decidiu!


Havia dois sapinhos numa folha.
Um deles PULOU para a outra folha.
Quantos sapinhos ficaram?
Um, pois ele pulou!

Portanto, amigo leitor, não adianta resolver, decidir...
Temos que pular!

O que move nossa vida são os atos que tomamos!


(Fonte:Jornal Carreira & Sucesso - 392ª Edição/Imagem:
http://luznosmomentos.blogspot.com)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Silêncios e Palavras

Não diga as coisas com pressa.
Mais vale um silêncio certo que uma palavra errada.
Demora naquilo que você precisa dizer.
Livre-se da pressa de querer dar ordens ao mundo.
É mais fácil a gente se arrepender de uma palavra que de um silêncio.
Palavra errada, na hora errada, pode se transformar em ferida
naquele que disse, e também naquele que ouviu.
Em muitos momentos da vida,
o silêncio é a resposta mais sábia que podemos dar a alguém.
Por isso, prepara bem a palavra que será dita.
Palavras apressadas não combinam com sabedoria.
Os sábios preferem o silêncio.
E nos seus poucos dizeres está condensada
uma fonte inesgotável de sabedoria.
Não caia na tentação do discurso banal,
da explicação simplória.
Queira a profundidade da fala que nos pede calma.
Calma para dizer, calma para ouvir.
Hoje, neste tempo de palavras muitas,
queiramos a beleza dos silêncios poucos.
(Fabio de Melo)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

"Os 12 princípios da inteligência espiritual"


Inteligência espiritual tem a ver com o que eu sou, com os meus valores”, lembra a pensadora, que avisa: precisamos alimentar essa inteligência para motivar a cooperação – entre a família, a comunidade, os países. Só assim vamos encontrar soluções positivas para o planeta, e nos encontrar nessa busca também. Esta   inteligência é que mais nos diferencia de máquinas, computadores e outros animais, porque é a que nos dá o senso de propósito, valor e sentido na vida. Pessoas   que respeitarem estes 12 princípios estarão ajudando  mudar o mundo para melhor, estarão vivendo uma vida de propósito, com sentido e cumprindo sua missão. Afinal de contas, é para isto que estamos aqui.
 1.Tenha pensamentos positivos, sempre. Não pense como vítima das circunstâncias, pense que sofrer é uma oportunidade de ser forte. “A crise econômica atual” é uma oportunidade de pensar nossos valores”.


2. Descubra quem você é. O que me faz levantar de manhã? Para que eu vivo, por o que daria minha vida? O que me motiva para fazer coisas todos os dias? Quem eu sou realmente? Comprar, trabalhar, sair com os amigos faz parte de nosso universo, mas o “ser” é mais do que isso. Quando eu digo “minha vida é minha oração”, significa saber que minha vida é um ´presente de Deus e que precisamos fazer a diferença nesse planeta.

3. Tenha humildadePrecisamos saber que o que fazemos parte de um sistema, e que precisamos prestar atenção nos outros, lembrando que existem diversos pontos-de-vista – não o seu, unicamente.

4. Viva a compaixão. A origem dessa palavra significa “sentir com”. Sentir a dor do outro como se fosse a sua dor. “Eu não somente cuido dos pobres, eu sou pobre. “O planeta é parte de mim – nascemos quando o Big Bang surgiu”. Lembre-se sempre: eu sinto que sou você, e que você sou eu.

5. Reveja seus valores. Precisamos pensar menos em “eu, mim” e mais em “nós, nossos”. E precisamos rever nossos valores para servir uns aos outros. Compo fazer isso? “Pergunte a você mesmo, qual é o melhor que você pode dar”.avisa a filósofa.


6. Viva o presenteTire o peso do passado e das preocupações – e viva o agora!


7. Estamos conectados, e o jeito que vivo minha vida afeta a vida do outro. “Se me sinto negativo, espalho essa negatividade para minhas relações, minha comunidade. Mas se me sinto esperançosa e que posso fazer melhor, espalho essa atitude para as outras pessoas”.


8. Responda a uma questão fundamental: sempre perguntar porquê! Nós nos fechamos a verdade se não questionamos.


9. Mude a sua mente, seus paradigmas, e coloque seus pontos-de-vista sob uma nova perspectiva. Isso é muito necessário no meio empresarial, destacou Danah. “Precisamos de uma revolução do pensamento também nas lideranças e na educação”. Educação significa memorização, imposição? Ou é ajudar as crianças a fazerem boas perguntas? “A mídia também precisa rever o seu papel e ajudar as pessoas a formarem consciência crítica.
10. Valorize seus princípios, mesmo que sejam impopulares. Entretanto, não seja arrogante de que está certo, mas questione-se. Escute os outros, mas veja o que você quer acreditar, para o que você quer lutar.


11. Celebre a diversidade. Construa um pensamento do que significa a diferença para você, e o que ela tem a te ensinar. Dizer “obrigada por ser diferente, por me fazer questionar a mim mesmo”.


12. Descubra a sua vocação, o seu propósito de vida e em como você pode fazer a a diferença. Você não precisa ser o Gandhi ou o Barack Obama. Cozinhar um bolo pra sua família, um pai que vai brincar com seu filho, dando o seu melhor, é uma maneira de servir a humanidade com o melhor que temos”.


É importante que saibamos lidar com a nossa espiritualidade, que cuidemos do espírito assim como da mente e do corpo. Pessoas evoluídas espiritualmente são capazes de cultivar um mundo melhor e mais justo. E, conseqüentemente são mais felizes.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

A difícil arte de conversar...


Por: Fatima Calado
A conversa é uma forma de arte. Para ter uma boa conversa, você precisa estar consciente e ter um foco em seu parceiro de conversa. Siga estes passos simples e você estará em um bom caminho para ter uma boa conversa.
1.     Limite as distrações. É difícil ter uma conversa séria em um bar ou em um clube quando a música está alta e a sala lotada. As conversas são em áreas calmas, onde se pode ficar sozinho com as pessoas que estão falando com você.
2.     Dê tempo suficiente. Um boa conversa não pode ser apressada como um "Oi, como vai?" no portão. Uma boa conversa requer tempo para bater papo e então ficar confortável o suficiente para ter uma conversa profunda.
3.     Ouça antes de responder. No mundo de hoje guiado pela alta tecnologia, ficamos muitas vezes planejando nosso próximo comentário antes da pessoa que estamos conversando tiver acabado de falar. Em vez de planejar seus próprios argumentos, vá devagar e ouça o que realmente está sendo dito. Uma boa conversa leva paciência e habilidade de escutar.
4.     Concentre-se em assuntos que você seja apaixonado. Conversas sobre trivialidades não são interessantes. Se você não se preocupa com o que está falando, é difícil envolver-se emocionalmente ou intelectualmente na conversa. Se política ou esportes forem seu interesse, faça deles seus tópicos.
5.     Permita que a outra pessoa dê sua opinião. Uma conversa requer pelo menos duas pessoas. Para que a conversa seja bem sucedida, ambas as partes têm que participar. Ambos têm que escutar e responder. Ao permitir a opinião e argumentos da outra pessoa, a conversa pode ser aberta e fluida.
6.     Valorize os argumentos do seu parceiro de conversa antes de apresentar os seus. Uma dica para ouvir ativamente é reconhecer o que você ouviu fazendo perguntas, repetindo ou parafraseando o que foi dito. Isto lhe dá tempo extra para processar o que você ouviu, assim como permite que seus parceiros de conversa saibam que você estava prestando atenção e dando prioridade às suas idéias.
7.     Preste atenção aos sinais não-verbais.Uma conversa não é apenas verbal. Nossos corpos estão envolvidos em toda boa conversa. Pistas não-verbais como linguagem corporal e tom de voz podem lhe dar pistas sobre o que a outra pessoa está achando do que você está dizendo – se é contraditório ou agradável.
8.     Não oprima a pessoa com quem você está conversando. Às vezes quando somos apaixonados por um tópico podemos ser um pouco pregadores ou emocionados. Tenha cuidado para não deixar que sua paixão incomode ou ofenda a pessoa que está falando com você. Você quer que a conversa tenha dois lados em vez de fazer com que a outra parte se sinta muito intimidada para dizer sua opinião.
9.     Desfrute da conversa. Uma vez que uma boa conversa é uma arte e uma habilidade, tente se divertir. Quanto mais diversão você tiver na conversa, melhor você ficará em ter conversas significativas.

Ser capaz de ter uma boa conversa com outra pessoa é uma experiência especial. A raridade em se ter tempo para conversar hoje em dia neste mundo rápido torna a perspectiva ainda mais interessante. Gaste tempo para aprender algo sobre você e seu parceiro ouvindo e conversando sobre algo que interesse ambos.