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sábado, 17 de outubro de 2009

A PEDRA





O distraído nela tropeçou...
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já, David matou Golias...
e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...
E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!
Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu
próprio crescimento.
(Autor desconhecido)



segunda-feira, 12 de outubro de 2009

É nossa Padroeira, viva!!!


Desde o descobrimento do Brasil cultiva-se aqui a devoção de Nossa Senhora. Os portugueses descobridores do país tinham-na aprendido e usado desde a infância; os primeiros missionários recomendavam e propagavam-na. Aonde se fundavam cidades, construíram-se igrejas em honra de Nossa Senhora Aparecida e celebravam-se com grandes solenidades as suas festas. Foi certamente em recompensa desta constante devoção que a Virgem Santíssima quis estabelecer no Brasil um centro de sua devoção, um trono de graças, um santuário em nada inferior aos grandes santuários de outros países. Data o ano de 1717 a origem da romaria de Nossa Senhora Aparecida. Três pescadores, de nome Domingos Garcia, João Alves e Felipe Pedroso, moradores nas margens do rio Paraíba, no município de Guaratinguetá/SP, estavam um dia pescando em suas canoas, sem conseguir durante longas horas pegar peixe algum. Lançando João Alves mais uma vez a sua rede na altura do Porto de Itaguaçu, retirou das águas o corpo de uma imagem, mas sem cabeça e, lançando mais abaixo de novo a rede, colheu também a cabeça. Envolveu-a em um pano e continuou a pesca. Desde aquele momento foi tão abundante a pescaria, que em poucos lances encheram as canoas e tiveram de suspender o trabalho para não naufragarem. Eram certamente extraordinários esses fatos: O encontro da imagem, da qual nunca se soube que a tivesse atirado à água, o encontro da cabeça a qual naturalmente devia ser arrastada mais longe pela correnteza da água, e além disto dificilmente podia ser colhida em rede de pescador, enfim, a pesca abundante que seguiu o encontro da imagem. Os pescadores limparam, pois, com grande cuidado e respeito a misteriosa figura e com grande satisfação verificaram que era uma imagem de Nossa Senhora da Conceição. Colocaram-na no oratório de sua pobre morada e diante dela começaram a fazer suas devoções diárias.Seria impossível enunciar e descrever os favores que Nossa Senhora Aparecida já tem concedido aos seus devotos em suas necessidades, muitas vezes mesmo milagrosos que a todos deixam admirados. Seria igualmente impossível contar os benefícios espirituais que ela tem concedido pela conversão de pecadores há muito afastados de Deus, pela tranqüilidade restituída a muitas consciências e por inúmeras outras graças espirituais. A devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida, aprovada pela Santa Igreja e confirmada por tantos milagres, é de sumo proveito para todos, e deve ser praticada por todos os habitantes desta terra em que é gloriosa Rainha. (Fonte:Site Oficial  Basilica Nossa Senhora  Aparecida http://www.santurarionacional.com.br)

Você quer ser feliz ou ter razão?


Você já reparou como facilmente somos gentis, inteligentes, simpáticos com pessoas estranhas e justamente na nossa casa? Com os nossos familiares costumamos muitas vezes nos mostrar muito mais fechados, irritados e carrancudos.


Já reparou como as pessoas do convívio diário tiram você do sério?


Claro que cada pessoa tem seu limite, tem suas razões e seus momentos de harmonia e desarmonia, mas a família é um teste. Você já se perguntou por quê?


Nos ensinamentos espirituais, aprendemos que normalmente a família é o berço do aprendizado e dos resgates kármicos porque nela se encontram nossos mais queridos amores e também nossos mais complicados desafetos, justamente porque é ali que nossas arestas são lapidadas. É na família que temos a liberdade de ser nós mesmos, sem máscaras, sem regras sociais, mas será que exatamente por conta dessa liberdade temos o direito de sermos desrespeitosos e mal educados? Será que porque temos que conviver com essas pessoas temos o direito de mostrarmos nossa contrariedade e mal humor?


Uma criança, supostamente, não escolhe de quem será filha, mas crescendo é naturalmente convidada a aprender e melhorar seu comportamento. Uma vez, ouvi um amigo dizer que quando crescemos podemos ou não abrir mão de uma herança maligna. O que significa que, tendo consciência, não devemos mais nos esconder atrás de comportamentos negativos de nossos pais e familiares. Podemos dizer não a algo que vem conosco de berço. Podemos mudar. E muitas vezes é esse o grande convite da nossa encarnação.


Felizmente, muitas histórias não precisam terminar em separação e ranger de dentes. Podemos construir amor em nossas vidas, podemos encontrar outras pessoas e criar um novo núcleo familiar, podemos viver da forma que desejarmos viver, porém, seja qual for o tipo de sua família, pode ter certeza que os desafios da convivência continuarão a bater em sua porta. Pode ser que você deseje morar sozinho para se proteger da intimidade complicada, mas se assim for, outros núcleos passarão a incomodar você. Quem não tem que conviver com pessoas diferentes no trabalho? Nos estudos? Ou até mesmo na academia?


A vida vai juntando as pessoas justamente porque precisamos da experiência de lidar com o outro e com os desafios que ele nos trás.


Os filhos também não vêm prontos. Quem já teve filhos, sabe muito bem que cada pessoa é um universo; crianças criadas numa mesma casa, com os mesmos pais podem ser completamente diferentes. E essas diferenças costumam se mostrar já quando são bebês. E isso é natural porque somos almas que vêm para este plano de existência com suas histórias e seus desafios. Porém, ninguém vem totalmente pronto. Todos nascemos para nos aprimorar.


Se você não está muito bem em sua casa pense no que pode ser feito para melhorar a convivência, já que nem sempre é possível sair e fechar a porta atrás de si. Será que ficar mais em silêncio não ajudaria? Será que sublimar certas provocações também não seria saudável?


Com certeza, em alguns momentos você pode ter razão e até sentir necessidade de afirmar seu ponto de vista, mas muitas vezes vale muito mais deixar as situações passarem e se dissolverem por si mesmas. Como diz Sai Baba: "Você quer ser feliz ou ter razão?"
(Maria Silvia Orlovas - foto internet)