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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Estatuto de Natal

Um dia uma Estrela Brilhante desceu lá do Céu para iluminar as sombras terrenas, e deixou  seu brilho...


Meus amigos,  que este brilho perpetue por todos os dias de nossa existência...é com este espírito que hoje, aproveito este  restinho de natal para agradecer a sua presença no meu caminho...foi muito bom dividir estes pedaços aqui no mundo virtual...


Agradeço deixando aqui este estatuto que recebi num e-mail, e gostei muito, e por isto deixo aqui para quem por aqui passar possa sentir os meus desejos para o ano que se inicia...muito obrigado pela presença em meu cantinho... que o ano que termina leve com ele as angustias, as frustrações, os fracassos, as nossas mas atitudes, o mal pensar, o riso  falso,  a raiva  e a mágoa... e que o novo ano traga vida nova, alegria, amor, fartura, compaixão, companheirismo,  perdão, solidariedade e saúde para curtirmos nos uns aos outros,vivendo aquilo que nos ensinou aquele que a nossa estrela guia trouxe a 2011 anos atras. Muito obrigado por fazer o meu caminho mais iluminado.




ESTATUTO DE  NATAL(Autor desconhecido)



Art. I: Que a estrela que guiou os Reis Magos para o caminho de Belém, guie-nos também nos caminhos difíceis da vida

Art. II: Que o Natal não seja somente um dia, mas 365 dias.

Art. III: Que o Natal seja um nascer de esperança, de fé e de fraternidade.

Parágrafo único: Fica decretado que o Natal não é comercial e sim, espiritual.

Art. IV: Que os homens, ao falarem em crise, lembrem-se de uma manjedoura e uma estrela, que como bússola, apontem para o Norte da Salvação.

Art. V: Que no Natal, os homens façam como as crianças: deem-se as mãos e tentem promover a paz.

Art. VI: Que haja menos desânimos, desconfianças, desamores, tristezas. E mais confiança no Menino Jesus.

Parágrafo único: Fica decretado que o nascimento de Deus Menino é para todos: pobres e ricos, negros e brancos.

Art. VII: Que os homens não sigam a corrida consumista de "ter", mas voltem-se para o "ser", louvando o Seu Criador.

Art. VIII: Que os canhões silenciem, que as bombas fiquem eternamente guardadas nos arsenais, que se ouça os anjos cantarem Glória a Deus no mais alto dos céus.

Parágrafo único: Fica decretado que o Menino de Belém deve ser reconhecido por todos os homens como Filho de Deus, irmão de todos!

Art. IX: Que o Natal não seja somente um momento de festas, presentes.

Art. X: Que o Natal dê a todos um coração puro, livre, alegre, cheio de fé e de amor.

Art. XI: Que o Natal seja um corte no egoísmo. Que os homens de boa vontade comecem a compartilhar, cada um no seu nível, em seu lugar, os bens e conquistas da civilização e cultura da humildade.

Art. XII: Que a manjedoura seja a convergência de todas as coordenadas das ideias, das invenções, das ações e esperanças dos homens para a concretização da paz universal.

Parágrafo único: Fica decretado que todos devem dizer, ao se darem as mãos:

FELIZ NATAL!